Agora o levo pelos braços
como uma criança que dá seus
primeiros passos.
O sol já nasce pra você
tirando-o da cega neblina
devoradora de almas
ainda de mãos dadas
como um casal não o deixo só
purificamos as mãos a cada dia das bactérias vivas
e mortas do cotidiano
vamos fugir daqui
pois não somos mais bebês nem crianças para
sermos isolados num mundo
fantasioso e superprotetor.
e tomados pela loucura
enlouquecemos
pela estagnação perpétua.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
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